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O que é depreciação do veículo?

Veículos e automóveis, assim como qualquer investimento de alto nível e de extrema necessidade humana, possuem seus valores monetários e certamente possuem suas características e propriedades que envolvem sua desvalorização ou mesma valorização do produto. 

Mesmo que seja pra uso pessoal ou em tempo indeterminado, a vida útil, manutenção e investimentos constantes em automóveis são grandes influências para estimular um valor em um mercado de vendas, ou trocas, sendo determinantes para a depreciação do veículo. 

Além de claro, tratar de questões de legalidade, sempre gerenciadas e baseadas em profissionais, analistas e orientadores.

Entretanto, é importante possuir consciência comercial e referente a valorização que o mesmo possui, então definindo termos que significam e definem do que trata-se essa valorização, seus fatores e suas influências. 

Nesse artigo, será abordado a depreciação do veículo, métodos de cálculos, maiores determinantes e como melhorar a valorização que veículos tendem a possuir. 


O que significa a depreciação do veículo? 

O termo “depreciação do veículo” é utilizado no mercado de automóveis, venda e troca de veículos para ser uma referência ao valor total que o mesmo possui, com a influência de todas as suas características e definições, mais especificamente tratando-se da sua desvalorização, afinal, os automóveis sofrem intervenções negativas e “desvalorizações” desde seu primeiro uso, levando em considerações: 

  • o externo;
  • peças;
  • utilização;
  • manutenções;
  • colisões;
  • batidas, entre outros. 

Em comparação à um imóvel, sua valorização comercial é bem inferior, tratando-se de determinantes específicos, por exemplo. 

A depreciação de um veículo de forma simplificada é sua desvalorização monetária e principalmente é um termo definido para auxiliar em orientações e métodos para tornar essa depreciação com um valor mais justo e coerente, sendo benéfico para o proprietário que oferece a venda, e também para o comprador que irá investir em um veículo “usado”.

Para isso, é importante que o proprietário garanta alguns cuidados, manutenções, orientações profissionais e legalidades perante a lei, para que um valor mais coerente seja aplicado, sempre ressaltando os benefícios e qualidades que o automóvel possui, mesmo sendo usado. 


Como são os principais fatores que influenciam a queda na depreciação de veículos? 

Para ser realizada uma determinação da depreciação de um veículo, é necessário que alguns pesos sejam calculados na balança, principalmente devido a todos os fatores que acompanharam desde o primeiro uso, até todas as manutenções, peças utilizadas, documentações, modelo, marcas, e por aí vai. 

Por exemplo, quando trata-se de modelos importados, o peso das manutenções realizadas, peças importadas, cuidados específicos e afins, são mais desvalorizados, pois seu “valor” de ciclo de vida e cuidados, são mais elevados, com um custo além da própria compra, sendo mais inacessíveis em relação aos básicos e nacionais. 

Quando trata-se de veículos nacionais, sua perda em relação ao valor total inicial do veículo (valor de compra) diminui apenas de 20% a 30%, pois são desenvolvidos e preparados baseando-se em uma vivência, utilização e ambientes brasileiros, sendo um fator de muito peso para a duração e intervalo entre manutenções e trocas de peças, muito inferiores tratando-se de veículos com um custo mais elevado e principalmente os importados, baseados e desenvolvidos para outra realidade. 

Os modelos dos veículos são fatores de extremo peso para proprietários que pretendem em um futuro próximo, realizarem a revenda do automóvel investido, sendo mais específico, pelo fator de que veículos possuem uma “validade”, um tempo no qual está no auge da sua utilização e manutenção acessíveis, mas sempre variando-se de modelo para modelo, como por exemplo, as caminhonetes que tendem a ser menores que 5 anos (período no qual é indicado a revenda). 

Uma dica para revendedores, é sempre revender e trocar seu automóvel com um período de um ano de uso, ou mesmo que considerando poucos anos de uso, com manutenções em dia e estado de conservação aceitável no mercado, como termos para revender e garantir uma queda menor da depreciação, há um período de tempo para determinar se o veículo é seminovo, usado ou velho, sendo respectivamente, 1 ano para seminovo, até 5 anos para usados, e acima de 5 para velhos. 

Com o passar dos anos o veículo torna-se ultrapassado, suas peças necessitam de trocas e as manutenções tornam-se constantes devido ao desgaste constante que a utilização diária do veículo no passar dos anos tende a gerar, dificultando em grande escala a sua valorização no mercado e consequentemente a revenda benéfica, além da própria conservação visual que é de grande peso. 

Se for um veículo seminovo, ou mesmo que usado com uma ótima conservação, aposte em ressaltar esses termos para um melhor marketing de venda. 


Como evitar a desvalorização elevada dos veículos? 

Como já foi dito anteriormente, os modelos, peças, fatores de importação ou nacionalização, conservação e principalmente tempo de uso do veículo, são fatores que possuem um grande peso para determinar o valor que o mesmo irá possuir para poder ser vendido. 

Carros financiados, ser revendido por lojas ou financiadores, e apostar em muitos anos de uso de um veículo, são fatores que diminuem sua valorização no mercado, sendo não tão esperados por compradores, que normalmente procuram por um veículo acessível, sem altas prestações, conservado, peças e manutenções garantidas e acessíveis para seu bolso e principalmente, sem o peso de uma cobrança além do esperado, como é aplicado quando revendido por uma loja. 


Quais são os tipos de cálculos realizados na depreciação de um veículo? 

Para então realizar a revenda de um automóvel já utilizado antes, com suas manutenções em dia e conservação viável para venda, é o momento de calcular sua depreciação para o mercado de revendas. Existem dois métodos mais utilizados para realizar esse cálculo, o cálculo contábil e o cálculo gerencial. 

O cálculo contábil é baseado, orientado em normas contábeis e definidas pela Receita Federal, além do serviço ser realizado por um contador profissional, baseando-se em dados de valores residuais e suas legalidades, em prazos de suas depreciações mensais e anuais, que possuem um peso forte no valor. 

Em contrapartida, o cálculo gerencial trata-se de 3 determinantes específicos e realização do cálculo baseado nos mesmos, mais práticos e acessíveis, sendo eles: valor pago pelo veículo, prazo utilizado, valor que será vendido. 

O critério de venda e aplicação do valor é de escolha do proprietário/vendedor, como já foi dito anteriormente, são muitos os fatores que determinam o valor de venda de um automóvel, é importante se atentar aos mesmos, praticar um valor honesto e benéfico, além de garantir uma utilização conservada e benéfica para o comprador, sendo viável para ambas as partes.

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