O que pode gerar um acidente de trânsito?

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O que pode gerar um acidente de trânsito?

O que pode gerar um acidente de trânsito?

A fatalidade de correr o risco de sofrer um acidente de trânsito está presente na maioria da rotina dos brasileiros, uma vez que quanto maior torna- se a cidade, maior o seu povoamento, e consequentemente, expansão territorial e aumento de habitantes, com isso, ônibus, veículos e automóveis no geral sobrecarregam as ruas, estradas e rodovias.

O período pós Revolução Industrial e principalmente período de globalização, a consolidação do mundo se deu total pela maior instrumentalização e desenvolvimento em setores de comunicação, transporte e maquinário. No qual foram aperfeiçoando-se nichos que estão presentes na rotina e necessidade da população, facilitando e tornando acessível seu uso, no qual continuam em constante desenvolvimento, como por exemplo: tecnologia, máquinas, métodos de trabalho, e em destaque, o transporte.

Os automóveis em seu período inicial de chegada ao mercado, ainda eram inacessíveis, entretanto, atualmente, a grande maioria da população não só possui um carro próprio, como necessita do mesmo para realizar tarefas básicas da rotina, como o transporte diário, sendo em muitos casos (principalmente cidades populosas e desenvolvidas) indispensável. Com isso, há uma aglomeração de veículos em ruas, estradas e rodovias, e consequentemente, os riscos.

 

Estatísticas de acidentes no Brasil

Como consequência da superlotação de ambientes de transporte geral, um risco que está presente para qualquer motorista, é envolver-se em um acidente de trânsito, podendo ser colisões, batidas, ou acidentes mais graves. Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), a cada ano, são cerca de 20 a 50 milhões de acidentes de trânsito no mundo, quase 40.000 no Brasil em vias públicas, no qual o Brasil pertence o quinto lugar em países com maiores números de acidentes de trânsito.

Números que desde 2011 até 2016 só estiveram em aumento na porcentagem gráfica de acontecimentos, no qual está tornando a legislação do trânsito mais rigorosa com os motoristas e pedestres. Além de causarem mortes e ferimentos, há uma grande despesa do Estado por trás dos acidentes, desde o custo do Sistema Único de Saúde, até o conserto, ou perda, dos automóveis dos envolvidos, no qual é um gasto particular. Ou seja, não existe ponto de argumentação, é um fator de preocupação mundial, e não apenas de motoristas.

Existem alguns fatores que segundo resultados de pesquisas e análises, são mais propícios a serem a causa dos acidentes e colisões, além de incluir um público que está em maior número de envolvimento. Oriente-se agora aos fatores de maiores causas.

 

Fator veicular

Um dos fatores presentes nos riscos de ocasionarem acidentes, é o fator veicular. Ou seja, quando há uma falha no desempenho do veículo, incluindo a ausência de manutenção, ou estado de conservação. Dentre os principais documentados, estão: Freios desregulados, falhas mecânicas, retrovisores deficientes, pneus carecas, ausência de calibragem, faróis com defeitos ou quebrados, sistema elétrico, combustível, luzes e lâmpadas, filtros, radiador, entre outros possíveis.

Neste caso, é indispensável a manutenção constante do veículo em oficinas mecânicas, mesmo que aparente normalidade, ainda é importantíssimo. A concentração deve ser sempre em manter o funcionamento e peças do carro de maneira correta e de acordo com a legislação. O carro deve estar sempre com suas necessidades atendidas, para que seja um fator a menos de risco. E a legislação propagando informações de riscos, utilizando o método de prevenção.

 

Fator ambiente (vias)

É um fator referente a falha na manutenção e desempenhos das vias de transporte, ou seja, ruas, rodovias e estradas. Estão incluídos fatores de sinalização incorreta, pavimentação, estado de conservação, isenção de acostamento, placas incorretas, qualidade de rodovias e ruas, isenção de passarelas e faixas de pedestres, e por fim, mas provável, condições climáticas.

Para o fator ambiente, é necessário dobrar a atenção, primeiramente certifique-se de áreas que já possuem históricos de acidentes constantes visando sempre ter foco na segurança e evitar caminhos “perigosos”, em outros casos, sempre diminua a velocidade, mantenha distancia segura de outros automóveis, seja tolerante e atento.

 

Fator humano

O fator humano é o principal responsável pela maioria dos acidentes documentados, visto que mesmo que esteja em um veículo, o direcionamento e movimentos são determinados e responsabilidade do motorista. A imprudência está inteiramente ligada aos acidentes de trânsito, dentre os principais e numerados: Falta de atenção (42.461), Distância mínima (8.130), alta velocidade (6.024), sinalização desobedecida (4.055), dormir ao volante (3.367), ingestão de álcool (3.130), segundo dados da Atlas em 2017. Ainda incluindo uso de celular no volante, não usar setas, ultrapassagem indevida, e não uso de equipamentos de seguranças mínimos.

Para evitar e diminuir, é basicamente responsabilidade inteiramente dos motoristas, e além do mais, rigidez da legislação para punições devidas. Determinar as ações de tantos motoristas é uma tarefa complicada, pois é difícil impedir que as pessoas sejam imprudentes e irresponsáveis de maneira orgânica e natural. Com o aumento anual de acidentes por fator humano, medidas estão sendo desenvolvidas por profissionais para atuar na prevenção.

Como já foi afirmado, a legislação está agindo de forma rígida e constante para motoristas, mesmo que presentes, ainda sim são descumpridas, principalmente quando trata-se de velocidade, ingestão de álcool e drogas, e ausência de cinto de segurança. Mas, para agir em contrapartida, as penalidades estão tornando-se mais graves, incluindo os preços de fianças.

Para auxilio, a tecnologia é desenvolvida também a favor do monitoramento no trânsito, como: uso de câmeras, softwares, centrais de controle, drones, bafômetros, entre outros. Mas, uma questão de importante influência, são campanhas informativas referentes as orientações e responsabilidades a serem tomadas por motoristas e pedestres. As orientações devem ser feitas demonstrando todas as necessidades e importância de estar ciente da legislação, pois, além de colocar a própria vida em risco, há chances de envolver inocentes.

 

Conclusão

Para que os acidentes sejam diminuídos e o Brasil não esteja liderando números de mortes, colisões, batidas no trânsito, é necessário que seja um combate mútuo entre todas as partes da sociedade, que a educação e legislação no trânsito seja orientada e informada à população desde os primórdios da educação. A monitoração e penalidades devem agir de forma rígida e grave, visando que causar acidentes por imprudência e irresponsabilidade é crime.

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